segunda-feira, 24 de novembro de 2014

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Escorre por todo o corpo e desce lentamente descobrindo todas as linhas que deixaram de ser tocadas. Escorre por entre as nuances que cintilam ao sol e deixa-se conduzir pela leveza do toque que percorre e desvenda a doçura do desejo que arrepia e adoça.
Não por engano estava ali, por entre sorrisos e malícias e o cheiro da grama verde depois de revirada pelos corpos em sintonia, harmonia e leveza. Sentir a água secando junto ao corpo vagarosamente, sentir a mãos acariciando a outra amorosamente e ver o brilho do outro cintilando junto ao teu. 
Não por engano ou insensatez se permitiu as sensações, à brisa, às gotas, as mãos, as costas,os olhos , a água.O barulho do sossego quando tudo escorre por entre o corpo, as pernas e o mundo.