Sopra o café quente em uma noite fria querendo estar junto ao calor do outro. Sofre calada com essa ânsia sentimentalista que vem adquirindo aos poucos e que a torna sufocante. Talvez haja implícito nisso tudo a vontade da mudança, do querer ser sentimentos que sempre foram distantes, talvez queira um novo sonho.
Passa os dias, passa as horas passa tudo e nada se passa. Uma incógnita que, difícil de ser revelada, se torna parte da caminhada. Doce criança não aprendestes usar de forma adequada seus afetos, e se revela demasiadamente tranquila em relação a não despachá-los, e tranquilidade assusta.
Certo dia me disse que o amor não lhe era permitido,ou melhor, que não se permitiria amar as carícias que lhe dispensavam, nem mesmos as palavras doces que lhe eram entregues ao pé do ouvido. Criança, por que te torturas tanto? Não sabe que podes se libertar a qualquer hora desse refúgio que a conforta na maioria dos momentos? Não sabes que conforto não é afeto?
Me contou outrora que se entregou certa vez ingenuamente, e que tudo teria se encaminhado maravilhosamente bem se a sua, de novo, ausência de palavras, não houvesse terminado com as expectativas.
Acontece que a dúvida do entregar-se ou não, dizer ou calar-se a corrói. Pense querida,ela me disse, você não sabe até que ponto suas palavras e carinhos vão ser adequadas, não sabe até que ponto seu ímpeto do querer estar perto lhe será positivo, não sabe se esse ,recém adquirido, sentimentalismo é o certo.
Pois bem minha jovem, tuas dúvidas até estão certas, mas não vale apena se martirizar por elas. Tenha a bondade de perceber que sua evolução está acontecendo, você consegue até demonstrar carinho! Uma revolução!
Então minha jovem faça o favor de parar com as neuras que a deixam mais louca, faça-me o favor de aproveitar essa demanda de carinho que está disposta a doar, e não se preocupe com os que, por receio, não às querem receber. Faça-me o favor de distribuí-las e contente-se com o retorno que tiver, afinal você bem sabe como é estar enclausurada nos limites do não expressar-se carinhosamente. Faça-me um favor minha jovem, vá viver!
Passa os dias, passa as horas passa tudo e nada se passa. Uma incógnita que, difícil de ser revelada, se torna parte da caminhada. Doce criança não aprendestes usar de forma adequada seus afetos, e se revela demasiadamente tranquila em relação a não despachá-los, e tranquilidade assusta.
Certo dia me disse que o amor não lhe era permitido,ou melhor, que não se permitiria amar as carícias que lhe dispensavam, nem mesmos as palavras doces que lhe eram entregues ao pé do ouvido. Criança, por que te torturas tanto? Não sabe que podes se libertar a qualquer hora desse refúgio que a conforta na maioria dos momentos? Não sabes que conforto não é afeto?
Me contou outrora que se entregou certa vez ingenuamente, e que tudo teria se encaminhado maravilhosamente bem se a sua, de novo, ausência de palavras, não houvesse terminado com as expectativas.
Acontece que a dúvida do entregar-se ou não, dizer ou calar-se a corrói. Pense querida,ela me disse, você não sabe até que ponto suas palavras e carinhos vão ser adequadas, não sabe até que ponto seu ímpeto do querer estar perto lhe será positivo, não sabe se esse ,recém adquirido, sentimentalismo é o certo.
Pois bem minha jovem, tuas dúvidas até estão certas, mas não vale apena se martirizar por elas. Tenha a bondade de perceber que sua evolução está acontecendo, você consegue até demonstrar carinho! Uma revolução!
Então minha jovem faça o favor de parar com as neuras que a deixam mais louca, faça-me o favor de aproveitar essa demanda de carinho que está disposta a doar, e não se preocupe com os que, por receio, não às querem receber. Faça-me o favor de distribuí-las e contente-se com o retorno que tiver, afinal você bem sabe como é estar enclausurada nos limites do não expressar-se carinhosamente. Faça-me um favor minha jovem, vá viver!



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