A minha pele toca a tua pele, e toco todo o resto tateando tudo do teu todo. Tudo é tanto que nem se fosse muito seria suficiente, nada seria mais inteiro do que você entregue pra esse tanto que somos nós.
Nós: inteiros, seletos, completos, serenos, sem nada. Nós com nós se bastando do tudo que o outro é, de tudo que nos constrói, do que somos e seremos quando por todo, nos bastamos.
De tudo que somos, e do todo que nos cerca, somos tudo que o outro, depressa atravessa.

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