quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Xis-madruga.

E vai construindo sua história bordando gerúndios infinitamente em seu pano enevoado de cores sórdidas. Bordando, pintando, correndo, pulando, sorrindo. Ah! esse sim - sorrindo-  infinitamente!
Vai assim saltitando contente nessa tempestade de cores que faz seu caminho um tanto quanto mais interessante. Romanceando, dilacerando, pensando nas várias diretrizes a qual tudo vai se encaminhando.
Não são poucas as vezes em que o verbo sai do comum e vai assim, correndo na frente do presente, sonhando com aquela calmaria que não será percebida até que, por ventura, o dito gerúndio não se faça mais presente.
Todavia enquanto esse ainda estiver vivo, vamos correndo à frente de tudo, saudando o amor, acenando pra esperança e sorrindo, como se nossas ações nunca findassem e a morte fosse só um sonho.

Um comentário:

  1. Adorei!

    Não são poucas as vezes em que o verbo sai do comum e vai assim, correndo na frente do presente, sonhando com aquela calmaria que não será percebida até que, por ventura, o dito gerúndio não se faça mais presente.

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